No rio
correndo a teus pés,
minha irmã,
eu leio
coisas
de um tempo
que passou,
quando ainda
éramos crianças,
e também havia
um rio
que se
chamava “Liz”
e a vida
estava cheia de promessas.
No horizonte
vasto, além,
eu posso ver
o tamanho
dos teus
sonhos
e ouvir ainda
o eco
de uma voz materna
chamando
P´lo teu nome
lindo,
E sempre pronunciado
em timbre de
esperança.
Na expressão
bela e serena
do teu rosto,
minha irmã,
eu posso ler também
o teu pensar.
Contemplo-te
e chego a ouvir tua oração
que
atentamente escuta o Criador,
como faz no
diálogo sublime com os anjos,
quando com
Ele estão falando
em redor do Seu glorioso trono.

