O SENHOR RETRIBUIRÁ
NA MÃO DE DEUS
TEU NOME NA MÃO DE DEUS
MUITOS PARABÉNS!
OS FILHOS DE DEUS

E todos quantos fomos baptizados em nome de Cristo, identificados com a sua morte, ficámos assim semelhantes a ele.
A BÊNÇÃO DE SERMOS SALVOS POR JESUS

PODER ESPIRITUAL
DEUS, NOSSA FORÇA
AMAR COMO JESUS AMOU
Olhou nos meus olhos a sorrir;
Caneta e papel na sua mão,
Tarefa escolar para cumprir.
E perguntou no meio de um sorriso:
“O que é preciso para ser feliz?”.
Refrão:
Amar como Jesus amou,
Sonhar como Jesus sonhou,
Pensar como Jesus pensou,
Viver como Jesus viveu.
Sentir o que Jesus sentia,
Sorrir como Jesus sorria;
E ao chegar ao fim do dia,
Sei que dormiria muito mais feliz. (Bis)
Ouvindo o que eu falei, ela me olhou,
E disse que era lindo o que eu falei;
Pediu que repetisse por favor,
Que não dissesse tudo de uma vez.
E perguntou de novo, num sorriso :
“O que é preciso para ser feliz?”.
Refrão:
Amar como Jesus amou,
Sonhar como Jesus sonhou,
Pensar como Jesus pensou,
Viver como Jesus viveu.
Sentir o que Jesus sentia,
Sorrir como Jesus sorria;
E ao chegar ao fim do dia,
Sei que dormiria muito mais feliz. (Bis)
Depois que terminei de repetir,
Seus olhos não saíam do papel;
Toquei no seu rostinho e, a sorrir,
Pedi que ao transmitir fosse fiel;
E ela deu-me um beijo demorado
E ao meu lado foi dizendo assim :
Refrão:
Amar como Jesus amou,
Sonhar como Jesus sonhou,
Pensar como Jesus pensou,
Viver como Jesus viveu.
Sentir o que Jesus sentia,
Sorrir como Jesus sorria;
E ao chegar ao fim do dia,
Sei que dormiria muito mais feliz. (Bis)
CANTAREI, CANTAREI
Se acreditas que Ele há-de voltar
Segue o caminho
Que Jesus te veio ensinar.
Então verás
Que a vida se tornará melhor.
Cantarei, Cantarei o que Deus me veio ensinar,
Que a maneira de chegar ao Céu é amar, é amar,
É amar, é amar o pobre, o rico, o pecador,
E tudo o que nesta vida é querido do SENHOR.
Se Deus quiser, hei-de deixar de pensar em mim.
Assim vou dar tempo ao tempo para O adorar.
Serei feliz, e comigo outros hão-de aprender a cantar.
JOVENS - CAMINHOS PARA A VIDA
E em cada chegada há uma partida.
Mas importa que em cada acontecer
Haja sempre um caminho para a vida.
Há nos olhos do outro uma promessa,
Cada homem é uma mão estendida.
É preciso que nada nos impeça
De aí ver um caminho para a vida.
Na Tua luz encontramos a verdade,
És o dom do Pai, a mão estendida,
És Jesus, a plena liberdade,
O Caminho, a Verdade e a Vida.
Há o olhar sereno de quem ama,
Há a fé da entrega decidida.
Há em tudo, afinal, uma só esp’rança:
De trilhar o caminho para a vida.
Somos jovens do hoje e do amanhã,
Testemunhas do mundo em mudança.
Levamos Jesus no coração
E nas mãos a bandeira da esperança.
PERDER PARA GANHAR
Foto: gentileza de Esperança e João Pedro.A vida humana passa, inevitavelmente, por momentos de sofrimento e dor ainda que a maior parte de nós gostasse mesmo de viver a vida sem ter que experimentar, por pouco tempo que seja, qualquer forma de aflição.
No entanto, é durante as provas, lutas e tribulações que a vida nos traz, próprias da nossa condição humana, que Deus frequentemente vai fazendo a Sua obra mais importante na modelação das nossas vidas para que em nós os Seus propósitos divinos possam realizar-se.
No Evangelho de João, cap. 12 e versículos 24-25, Jesus, comparando as nossas vidas com grãos de trigo, explica, de forma admirável e profunda, o princípio bíblico que nos faz compreender a utilidade do sofrimento na vida dos crentes.
Se guardarmos um punhado de grãos de trigo numa vasilha ou em qualquer gaveta tendo em vista a sua preservação, o cereal ficará protegido por tempo indeterminável. Porém, na sua segurança, os grãos de trigo irão tornar-se praticamente inúteis.
No entanto, se as sementes de trigo forem colocadas no subsolo, em condições ideais de calor e humidade, a protecção mais exterior das sementes será destruída e algo espantoso irá acontecer. Em pouco tempo, surgirão da terra novos brotos que, com o passar do tempo, se transformarão em novas plantas úteis e belas.
Os novos caules produzirão espigas e estas muitíssimos mais grãos do que os que foram semeados. É o funcionamento do incrível ciclo da vida, através do qual uma mão cheia de trigo pode chegar a transformar-se em imensa seara.
E tudo começa com o fenómeno da destruição da casca exterior que protege as sementes. Se o grão de trigo falasse, com certeza iria queixar-se do seu mal-estar durante o processo de destruição da casca exterior que protege as sementes.
Jesus não só falou do exemplo da semente de trigo, mas Ele próprio exemplificou com a Sua vida essa comparação. Entregando-Se para a crucificação, o Senhor foi quebrantado com a dor mais profunda, tendo depois o Seu corpo descido à terra, qual grão de trigo, onde ficou até acontecer a ressurreição.
Do quebrantamento e morte de Jesus surgiu uma vida nova para todos nós. Digamos que de um só “grão”, nasceu um número incontável de novos crentes, cada um possuindo uma nova vida que, por sua vez, deve desabrochar e produzir fruto.
Talvez você, estimado(a) leitor(a), esteja passando neste momento por alguma dor resultante de qualquer tipo de tribulação. Se assim acontece, lembre-se do exemplo do grão de trigo. Ele tem que “sofrer” o doloroso processo de destruição da casca exterior para que o potencial de vida latente que existe no interior da semente possa desabrochar, realizando assim um dos propósitos da sua existência. Tal fenómeno exemplifica um dos princípios fundamentais da vida humana: às vezes, para ganhar a vida é preciso saber perdê-la, como Jesus disse.
Uma coisa é certa: Deus NUNCA nos abandona. Em vez disso, Ele pode aproveitar circunstâncias aparentemente adversas nas nossas vidas para nos moldar e orientar tendo em vista o nosso crescimento espiritual e o cumprimento dos propósitos para os quais fomos criados, à semelhança do que acontece com o grão de trigo que, passando pelo "quebrantamento" resultante de ser lançado à terra, se transforma em nova planta e, depois, até, em seara verde de trigo ondulando ao vento que dá gosto contemplar.
SENHOR, FICA CONNOSCO
“E chegaram à aldeia para onde iam, e ele fez como quem ia para mais longe. E eles o constrangeram, dizendo: Fica connosco, porque já é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles.” – Lucas 24:28-29
Os dois discípulos iam a caminho de Emaús. Tinham uma aparência comum, como a de tantas outras pessoas que por aquelas paragens andavam. E foi então que, com toda a naturalidade, Jesus lhes apareceu e com eles caminhou, entabulando uma conversa que os fez esquecer o cansaço e pôr de parte a grande desilusão recentemente sofrida. Apesar de terem os seus corações doridos, Jesus segue com eles no mesmo caminho...
- Senhor, como Tu és grandioso! Comoves-me por condescenderes em caminhar connosco, em procurar-nos nesta nossa labuta de todos os dias. Senhor, concede-nos simplicidade de espírito para sentirmos a Tua presença connosco. Dá-nos um olhar puro, uma inteligência clara para podermos ver-Te e compreender-Te quando nos apareces em nossos caminhos sem qualquer marca exterior de glória...
Ao chegarem a Emaús, o trajecto termina e, sem se darem conta de que foram feridos no mais profundo de seus corações pela palavra e pelo amor de Deus feito homem, os dois discípulos lamentam que Jesus Se vá embora. Já sentem a Sua falta, quando o Senhor Se despede fazendo “menção de seguir para diante”.
Jesus nunca Se impõe. Depois de termos entrevisto a pureza do amor que nos pôs na alma, Ele quer que O chamemos de livre vontade. Devemos, pois, retê-Lo com todas as nossas forças, e pedir-Lhe: “Fica connosco, Senhor, pois a noite vai caindo e o dia já está no ocaso; começa a fazer-se noite...”
Somos muito parecidos com os dois discípulos: sempre pouco audazes. Talvez por falta de sinceridade, ou falta de fé. Mas se convictamente dissermos: Fica connosco, Senhor, porque as trevas cercam a nossa alma e só Tu és a luz; só Tu podes acalmar esta sede que nos consome. Então, Jesus fica connosco.
Abrem-se-nos, por assim dizer, os olhos como se abriram a Cléofas e ao companheiro de viagem no momento em que Cristo diante deles partia o pão. E ainda que de novo Jesus desapareça da nossa vista, nós havemos de ser capazes de nos pôr a caminho – começa a fazer-se noite! – para falar d’Ele aos outros, porque a alegria que temos em Cristo deve ser partilhada. Ela não cabe num coração só.
VERDADES FUNDAMENTAIS
A Bíblia Sagrada é o nosso espelho e luz, pela qual somos guiados para o verdadeiro conhecimento da salvação, fé e obediência. Por ser a Palavra de Deus, ela é a verdade que nos leva a entender quem somos, quem Jesus é, e o que Ele quer que sejamos ao longo das nossas vidas e caminhada junto ao Pai, rumo aos Céus.
“De facto, toda a Escritura é inspirada por Deus e adequada para ensinar, refutar, corrigir e educar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e esteja preparado para toda a obra boa.” (II Timóteo 3:16,17)
1) Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores
“Eis uma palavra digna de fé e de toda a aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o primeiro.” (I Timóteo 1:15)
2) Ele quer que todos sejam salvos e venham a conhecer a verdade
“Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, que quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade." (I Timóteo 2:3-4)
3) Nós anunciamos que o Pai enviou o Filho para ser o Salvador do mundo
“Nós o contemplámos e damos testemunho de que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. Quem confessar que Jesus Cristo é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele.” (I João 4:14)
SENHOR, NÓS TE LOUVAMOS!
pelo SOL ao fim da tarde
reacendendo a tua imagem
na lareira que em nós arde.
Nós Te louvamos pela NEVE
que alimenta os altos montes
e Te cantamos pela CHUVA
que dá de beber às fontes.
Nós Te louvamos pelo VENTO
que Te aplaude nas giestas
e Te adora com as nuvens
e Te grita nas florestas.
Nós Te louvamos pelo FOGO
que tempera e alumia,
cura, aquece e purifica
as noites do nosso dia.
Nós Te louvamos pelos RIOS
que, descendo pela serra,
vão cantando nas quebradas
e regando a nossa terra.
Nós Te louvamos pela BRISA
que abre o espírito da gente
e prepara para a escuta
da Palavra e do Silêncio
Nós Te louvamos pelas FLORES
variadas do canteiro,
que nos fazem conhecer-Te
Bom e Belo e Verdadeiro.
Nós Te louvamos pelos FRUTOS,
selo doce de ternura
com que vais autenticando
tua imagem na criatura.
Nós Te louvamos pelos MARES
abraçando os Continentes,
fecundando e preservando
mil tesouros tão diferentes.
Nós Te louvamos, Pai Santo,
por Ti mesmo e pelo mundo,
pela PAZ e pela VIDA,
pelo teu AMOR fecundo.
A CRIAÇÃO DE DEUS E A SUA PALAVRA REVELAM A SUA GRANDEZA:
"Os céus proclamam a glória de Deus;
o firmamento anuncia a obra das suas mãos.
Um dia passa ao outro esta mensagem
e uma noite dá conhecimento à outra noite.
Não são palavras nem discursos
cujo sentido se não perceba.
O seu eco ressoou por toda a terra,
e a sua palavra, até aos confins do mundo.
Deus fez, lá no alto, uma tenda para o Sol,
donde ele sai, como um esposo do seu leito,
a percorrer alegremente o seu caminho, como um herói.
Sai de uma extremidade do céu
e, no seu percurso, alcança a outra extremidade.
Nada escapa ao seu calor.
A lei do SENHOR é perfeita, reconforta o espírito;
as ordens do SENHOR são firmes,
dão sabedoria ao homem simples.
Os mandamentos do SENHOR são rectos,
alegram o coração;
os preceitos do SENHOR são claros,
iluminam os olhos.
O temor do SENHOR é puro, permanece para sempre.
As sentenças do SENHOR são verdadeiras,
todas elas são justas.
São mais desejáveis que o ouro, o ouro mais fino;
são mais doces que o mel, o puro mel dos favos.
Também o teu servo foi instruído por elas
e há grande proveito em cumpri-las.
Mas, quem poderá discernir os próprios erros?
Perdoa-me os que me são desconhecidos.
Preserva-me também da soberba,
para que ela não me domine.
Então, serei perfeito
e imune de falta grave.
Aceita, com bondade, as palavras da minha boca
e estejam na tua presença os murmúrios do meu coração,
ó SENHOR, meu refúgio e meu libertador." (Salmos 19)
O PILAR DA NOSSA FÉ
O apóstolo Paulo não encontrava em si próprio nenhum motivo para diante de Deus se orgulhar. O que de melhor possuía, atribuía-o ele à graça de Deus em resultado da morte redentora e sacrificial de Jesus. “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo…” (Gál. 6:14).
Todo o plano da salvação eterna repousa sobre um pilar inabalável que é obra de Deus. Na condição de pecadores, o nosso relacionamento com o Criador só pode ser restaurado através da morte sacrificial e propiciatória de Jesus Cristo na cruz do Calvário. Pelos méritos de Seu sangue derramado por nós, somos justificados - libertos da culpa e da pena que todo o pecado merece. Os méritos humanos, por mais relevantes que sejam, não têm, diante de Deus, valor algum para a salvação eterna.
Não só naquele tempo, mas hoje também há os que desvalorizam a mensagem da cruz e preferem depositar a sua confiança nos méritos pessoais. Crêem que um dia Deus irá colocar “virtudes” e “maldades” nos pratos da balança e que, então, aquelas hão-de pesar mais do que estas...
Mas vejamos: se isso fosse verdade, a morte sacrificial de Jesus não faria sentido. Um Pai que aceitasse vários caminhos para a salvação e que, mesmo assim, ainda sacrificasse o Seu único Filho não poderia ser um Pai amoroso e bondoso.
Na base do problema está, de facto, o orgulho humano. Todos sentimos necessidade de aceitação e, assim, as pessoas querem acreditar que há algo em sim próprias que tem para Deus real valor e merecimento. Mas a cruz exige que todos, sem excepção, nos ajoelhemos diante de Deus levando as nossas mãos vazias.
Só quando, humildemente, admitimos que somos incapazes de resolver o problema da pesada dívida do nosso pecado, podemos tomar a decisão de aceitar o pagamento que Jesus, afinal, já fez em nosso nome e lugar.
Nada temos em nós próprios para oferecer a Deus. Mas a verdade é que Ele também não espera nada de nós. Deus arquitectou um maravilhoso plano de salvação capaz de limpar todas as manchas do nosso pecado e nos reconciliar com Ele. E todas essas manchas ficam definitivamente apagadas quando depositamos a nossa fé para a salvação em Jesus.
A cruz de Cristo é, pois, pilar e símbolo do inigualável amor de Deus - um amor que merece, esse sim, que nele nos gloriemos.
ENCONTRO INTER - IGREJAS DA ASSOCIAÇÃO DE IGREJAS BAPTISTAS PORTUGUESAS - 1984

Na foto, em primeiro plano, pode ver-se um grupo de irmãs da Igreja Baptista de Morelena que foram chamadas à frente para receber um prémio. Elas integram a "equipa" que foi a brilhante vencedora do "famoso" concurso de destreza bíblica e conhecimento bíblico. A vitória foi alcançada após uma sempre renhida mas muito saudável competição entre todas as igrejas representadas no Encontro. Alguém consegue descobrir onde estão a Eunice o Tiago e o Marco? Foi em 1984!
ENFRENTANDO PROVAS E LUTAS (2)
“SENHOR, porque te conservas à distância e te escondes nos tempos de angústia?” (Salmos 10. 1)
Por vezes, sentimos a presença de Deus tão pertinho de nós que até parece que Ele nos protege como se fosse confortável refúgio de amor e protecção. Outras ocasiões, porém, talvez não consigamos sentir senão um silêncio frio, estranho, deprimente.
O salmista, na sua experiência, mostra-nos que tais sentimentos de abandono não são algo fora do comum, mesmo para os crentes. Para ele, naquele momento, ao escrever, Deus parecia estar longe. Embora David estivesse rodeado por muitas dúvidas, ele nunca deixou de orar nem concluiu precipitadamente que Deus já não Se importava mais com ele.
Ao “inquirir” Deus, David não está “reclamando” nem exigindo coisa nenhuma, mas, está, antes, pedindo que o Altíssimo Se apresse em ajudá-lo. Quando nos sentirmos sós, abandonados, incompreendidos ou deprimidos devemos orar sempre ao SENHOR, sem nunca desfalecer, partilhando, assim, com Deus, especificamente, as nossas dificuldades.
David também nos faz lembrar em outros dos seus salmos que podemos ter a certeza de que Deus está sempre connosco, não importa o que aconteça ou como nos estejamos sentindo emocionalmente.
Qualquer que seja a nossa situação, Deus ainda está no controlo. E quando Deus está no controlo, há sempre razão para ter esperança. Para Deus não há impossíveis. Ele pode transformar em triunfo mesmo aquilo que, aos olhos humanos, possa ser considerado como “uma tragédia”. Não nos deixemos, pois, vencer pelo desânimo. Esperemos, confiadamente, no Altíssimo.
“Esperei com paciência no SENHOR; Ele inclinou-se para mim e ouviu o meu clamor. Tirou-me dum poço fatal, dum charco de lodo; assentou os meus pés sobre a rocha e deu firmeza aos meus passos. Ele pôs nos meus lábios um cântico novo, um hino de louvor ao nosso Deus. Muitos, ao verem isto, hão-de comover-se, hão-de pôr a sua confiança no SENHOR.” (Salmos 40:1-4)
Esperar pela ajuda de Deus nem sempre é fácil. Mas David recebeu alguns benefícios por saber esperar. O mesmo pode acontecer connosco. Notemos:
Lembremos, portanto, que, por vezes, as bênçãos divinas não podem mesmo ser recebidas a menos que passemos por provas e lutas. Em todo e qualquer momento, porém, Deus nunca está longe de nós.
“Os justos clamam, e o SENHOR os ouve, e os livra de todas as suas angústias. Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito. Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR o livra de todas.” (Salmos 34:17-19).
ENFRENTANDO PROVAS E LUTAS (1)
“E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança.” (Romanos 5. 3-4)
A palavra “tribulação” refere-se a todos os tipos de provações que nos podem afligir. Isto pode incluir experiências como as necessidades materiais, circunstâncias difíceis, tristezas, enfermidades, perseguições, maus-tratos, acidentes etc.
No meio das aflições, a graça de Deus capacita-nos para buscar mais diligentemente a Sua face e produz em nós um espírito e um carácter perseverantes e aperfeiçoados, cada vez mais capazes de contornar e vencer provações e aflições futuras.
As tribulações, em vez de nos levarem ao desânimo ou ao desespero, podem, antes, produzir em nós a paciência, a perseverança e outras importantes virtudes cristãs.
Para os cristãos do primeiro século, sofrer era a regra, não a excepção. O apóstolo Paulo disse que devemos superar o sofrimento para sermos aprovados por Deus. Isso significa que experimentaremos dificuldades que nos farão “crescer” espiritualmente.
Devemos alegrar-nos no sofrimento, não por gostarmos da dor ou por negarmos o seu drama, mas porque sabemos que Deus usa as dificuldades da vida e os ataques se Satanás para edificar o nosso carácter.
Os problemas com que nos defrontamos inesperadamente desenvolvem a nossa perseverança, que, por sua vez, fortalece o nosso carácter, aprofunda a nossa confiança em Deus e proporciona-nos maior confiança em relação ao futuro.
Se você pensa que, de alguma maneira, a sua paciência está a ser provada, tente agradecer a Deus pela oportunidade de crescimento que esta ocasião lhe proporciona e lide com as circunstâncias adversas usando o poder do SENHOR.
“Meus irmãos, considerai como uma enorme alegria o estardes rodeados de provações de toda a ordem, tendo em conta que a prova a que é submetida a vossa fé produz a constância. Mas a constância tem de se exercitar até ao fim, de modo a serdes perfeitos e irrepreensíveis, sem falhar em nada.” (Tiago 1:2-4)
“É por isso que exultais de alegria, se bem que, por algum tempo, tenhais de andar aflitos por diversas provações; deste modo, a qualidade genuína da vossa fé - muito mais preciosa do que o ouro perecível, por certo também provado pelo fogo - será achada digna de louvor, de glória e de honra, na altura da manifestação de Jesus Cristo.” (1 Pedro 1:6-7)

































